Campina Grande do Sul mantém o controle da febre amarela e não registra casos do vírus
As vacinas são realizadas em dez Unidades Básicas de Saúde do Município
03/04/2018 Saúde

        A Prefeitura de Campina Grande do Sul continua realizando a imunização contra a febre amarela no município. As vacinas são aplicadas das 8h às 17h em dez Unidades Básicas de Saúde (UBS).

 

       A medida tem como objetivo manter o controle da doença em Campina Grande, que até agora não registrou casos. Para ser vacinado, o interessado deve comparecer a um destes locais portando cartão de vacinação, cartão do SUS e um documento de identificação com foto. Caso a pessoa não tenha cartão de vacinação, será emitido um na hora.

 

        Pessoas que forem viajar para fora do Brasil ou até mesmo para outros estados – em regiões endêmicas – devem realizar a vacinação com pelo menos 10 dias de antecedência, para que não corra o risco de contrair o vírus durante este período.

 

        Bihl Zanetti, Prefeito de Campina Grande do Sul, comentou sobre a importância da vacinação. “Embora nosso município não tenha casos registrados da doença, é importante que os munícipes se imunizem através da vacina, para que o controle da doença continue e a população permaneça segura”, afirmou o prefeito.

 

                A vacinação é essencial para o bem-estar de todos. Caso ainda não tenha se imunizado, dirija-se a uma das UBS abaixo e se previna da febre amarela.

 

Locais de vacinação (de segunda a sexta-feira):

 

·                  Manoel A. Kustel (Araçatuba), João Hamilton Belo (Santa Rosa), CAIC, Conceição Maria de Andrade (Jardim Paulista), Dacyr Siqueira (Sede), Pedro Casemiro Rodrigues (Barragem), Henrique Ferreira (Timbu), Elvira de Camargo (Jaguatirica), Zacarias Santana do Nascimento (Ribeirão Grande) e Paiol de Baixo.

 

Quem não pode

        A vacina é contraindicada para crianças menores de nove meses de idade, portadores de HIV, pacientes com imunodepressão de qualquer natureza ou em tratamento com drogas imunossupressoras, pessoas submetidas a transplante de órgãos, com imunodeficiência primária ou com neoplasia, indivíduos com histórico de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina, como o ovo de galinha e derivados, e pacientes com história pregressa de doença do timo.

 

        Mães que estejam amamentando crianças até seis meses de idade também não devem ser vacinadas, pois existe risco de transmissão do vírus. Os pacientes acima de 60 anos devem apresentar liberação médica antes de serem imunizados.


Giancarlo Andreso

Assessoria de Imprensa

 


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